VINHO TINTO SYNFONIA DOC BEIRA INTERIOR RESERVA 750ML
de R$ 109,90 por R$ 69,90
Vinho Tinto
País: Portugal
Produtor: Adega Cooperativa de Pinhel.
Região: Beira Interior - DOC
Castas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional.
Envelhecimento: 12 meses em barrica francesa- Saiba mais!
Descrição:
País: Portugal
Produtor: Adega Cooperativa de Pinhel.
Região: Beira Interior - DOC
Castas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional.
Envelhecimento: 12 meses em barrica francesa
País: Portugal
Produtor: Adega Cooperativa de Pinhel.
Região: Beira Interior - DOC
Castas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional.
Envelhecimento: 12 meses em barrica francesa
Safra: 2021
Álcool - 14,5% vol
Serviço: Servir 16°C
Cor: Rubi intenso com nuances violeta.
Aromas: Notas de especiarias, aromas de baunilha e ligeira tosta do estágio de 12 meses em barrica francesa.
Paladar: Na boca é frutado e rico, denotando harmonia e uma excelente persistência.
Harmonização: Acompanha com tábuas de queijos e variados pratos de carnes vermelhas.
Beira Interior - Portugal

Situada no interior centro/norte de Portugal é a região vitivinícola mais alta de Portugal, com vinhas plantadas entre os 300 e os 700 metros de altitude.
Os vinhos são muito influenciados pela montanha e a orologia da região é dominada pelas serras da Estrela, Gardunha, Açor, Marofa e Malcata.
Os solos são de origem granítica (80%), na sua maioria, sendo os restantes essencialmente de origem xistosa, existindo entre o granito e o xisto alguns filões de quartzo.
O clima da região é muito agreste, com temperaturas negativas no Inverno e Verões muito quentes e secos. A precipitação média anual entre os 400 e os 700 mm, encontrando-se, contudo, concentrada nos meses de inverno e primavera, dando normalmente origem a um excesso de água no solo neste período.
No verão por sua vez quase não chove, apresentando-se os meses de Julho e Agosto como os mais secos do ano em que o valor médio de precipitação é inferior a 10 mm/m2.
A região no seu extremo norte ocupa parte da Bacia Hidrográfica dos rios Côa e Águeda, que no Douro desaguam, no extremo sul da IG terras da Beira é ocupada pelas bacias hidrográficas do rios Zêzere e do Alto Tejo.
As cepas (uvas) mais tradicionais são nas brancas a Síria, Fonte Cal, Malvasia, Arinto e Rabo de Ovelha, e Malvasia e nas Tintas, a Rufete, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, Trincadeira, Mourisco, Jaen e alfrocheiro.
A diversidade de castas utilizadas na região é também um fator natural relevante e mostra a aptidão natural que este território sempre teve para a cultura da vinha. O clima da região têm uma influência direta nas características dos vinhos, que se manifestam, nos vinhos brancos como vinhos de grande exuberância aromática e muita frescura, enquanto que, os vinhos tintos são mais complexos com aromas a especiarias e frutos vermelhos tendo grande frescura que lhe é dada essencialmente devido à altitude a que estes vinhos são produzidos. Os vinhos rosados ou rosés, devem apresentar aroma e sabor jovem frutado e/ou floral quando novo, evoluindo com a idade para aromas terciários mais complexos. Os vinhos espumantes e Frisantes refletem muita frescura e apresentam grande exuberância aromática.
Sub Região vitivinícola de Pinhel
Situa-se entre as regiões do Dão e do Douro e a Sub-Reguião de Castelo Rodrigo com que confina, abrangendo o concelho de Pinhel e parte dos concelhos de Celorico da Beira, Guarda, Meda e Trancoso.
Adega Cooperativa de Pinhel

Prestigia o setor através da contínua interação com os seus Associados, Colaboradores, Clientes e o Meio Social em que se insere.
Desde tempos muito antigos que em Pinhel, se praticava a cultura da vinha e se produziam vinhos de alta qualidade; já nos princípios do ano 1500, o Rei D. Manuel I, o Venturoso, concedeu diversas regalias e privilégios em favor dos vinhos de Pinhel.
Em 1942 e 1943, as colheitas foram abundantes e não havia escoamento para a produção dos vinhos, foi então que a Junta Nacional do Vinho, instalou em Pinhel uma caldeira móvel de destilação, em que foram destilados milhões de litros de vinhos e assim evitou uma crise que afetaria os lavradores da Região que viviam exclusivamente do rendimento do vinho. Os vinhos desta área, eram tão bons que as aguardentes vínicas resultantes da destilação destes vinhos ficavam de finíssima qualidade.
Como era pena destilar vinhos de tão boa qualidade, a Junta Nacional do Vinho, criou a Adega Cooperativa, nas suas próprias instalações, em 1947, construíram 6 lagares em granito no parque utilizado pelas viaturas militares e os tonéis foram montados nas cavalariças depois de devidamente adaptadas. A primeira laboração foi feita por processos artesanais, pois em Pinhel não havia energia elétrica com potência suficiente para atender a produção.
Hoje, contam com toda tecnologia necessária para assegurar a satisfação dos consumidores identificando as suas necessidades, gostos e preferências, garantindo a qualidade e excelência do Vinho entregue.Promovem o desenvolvimento para uma viticultura sustentável economicamente e ambientalmente, de acordo com as tradições que definem a região.
Para o arranque desta Obra, houve muita contribuição dos Senhores Presidente e Vice-Presidente da Junta Nacional do Vinho, Conde de Penha Garcia e Engº. Teixeira de Sousa, que disponibilizaram pessoal, meios financeiros, material e toda a espécie de ajuda.
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