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Após séculos de estagnação, a maior ilha mediterrânea e mais historicamente fascinante é agora a região vinícola mais vital e aperfeiçoada da Itália. A Sicília mantém vestígios visíveis de mais civilizações e da maneira mais óbvia do que em qualquer lugar no mundo do vinho — do quase intacto templo grego de Agrigento aos mosaicos romanos da Piazza Amerina, os castelos da época das Cruzadas e as igrejas mouras de Palermo, passando pelo esplendor barroco de Noto e Ragusa e, há pouco tempo, pelas gigantescas fábricas de vinho da União Europeia que apareceram no final dos anos 1980 e início dos 1990.
Essa é a Sicília, tão rica e variada no aspecto da cultura quanto no da viticultura — com tantos terroirs e terrenos que se poderia até sugerir que fosse considerada um continente, e não apenas uma mera ilha.
A ponta sudeste fica mais ao sul que a Tunísia.
Faz muito calor na Sicília; suas uvas, especialmente no interior, são aquecidas regularmente até o ponto de ebulição pelos ventos africanos. Metade dos vinhedos sicilianos precisa de irrigação, especialmente no mar de vinhas espaldadas nas cercanias de Alcamo. De fato, o clima é tão seco que as vinhas precisam de pouca pulverização, deixando essa área quase ideal para a viticultura orgânica. A paisagem, no entanto, pode ficar mais verde no interior, e as montanhas a nordeste, em geral, cobrem-se de neve por diversos meses no inverno (o Etna retém sua cobertura de neve grande parte do ano).
A uva nativa que criou a reputação vínica da Sicília no exterior é a Nero d'Avola (Avola fica no extremo sudeste), produzindo tintos ricos, de um frutado vívido, principalmente ao redor de Agrigento, próximo à costa centro sul e também no extremo ocidente. Essa uva popular agora é plantada em toda a ilha.
A área também abriga vários vinhedos com uvas francesas que se deram muito bem ali.
A paixão de Roberto Mazzei pela viticultura e seu grande senso de pressionar uma boa gota de vinho levou à fundação da empresa familiar Alibrianza srl em 1981.
No início, escolhiam vinhos excepcionais das regiões vinícolas mais importantes da Itália para clientes internacionais. Mas logo desenvolveram o desejo de produzirem o próprio vinho.
Nos anos 90 com a adquiriram a propriedade Cascina Radice em Moasca, na província de Asti, no Piemonte. Nesta região, com os seus solos nutritivos e o clima ideal florescem as videiras que proporcionam excelentes vinhos ano após ano.
A moderna fábrica e a extensão da adega barrique foram passos importantes para o desenvolvimento da empresa.
Vinhedos no sul da Itália e parcerias de longa data com vinicultores da Itália Central e Veneto garantem uma ampla gama de vinhos.
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VINHO BRANCO TERRA DELLE CICALE CATARRATO PINOT GRIGIO 750ML
Ref: 8017868000709
de R$ 89,90 por R$ 59,90
País: Itália
Produtor: Alibrianza
Região: Mazara del Vallo, Província de Trapani, Sicília
Uvas: Catarratto 80% Pinot Grigio 20%.
Safra: 2024- Saiba mais!
- R$ 109,90País: Itália Produtor: Orion Wines Região: Trentino Alto Adige Uva: Pinot Grigio Envelhecimento: 2 meses em garrafa antes do lançamento. Safra: 2024
Descrição:
País: Itália
Produtor: Alibrianza
Região: Mazara del Vallo, Província de Trapani, Sicília
Uvas: Catarratto 80% Pinot Grigio 20%.
Safra: 2024
Produtor: Alibrianza
Região: Mazara del Vallo, Província de Trapani, Sicília
Uvas: Catarratto 80% Pinot Grigio 20%.
Safra: 2024
Descrição
Sobre a Região
Sobre o Produtor
País: Itália
Produtor: Alibrianza
Região: Mazara del Vallo, Província de Trapani, Sicília
Uvas: Catarratto 80% Pinot Grigio 20%.
Safra: 2024
Temperatura de serviço: 6 ° a 8 ° C
Álcool: 12% vol
Cor: Amarelo palha com reflexos esverdeados.
Aromas: Delicado, redondo, frutado.
Paladar: Suave e distintamente fresco.
Harmonização: Excelente como aperitivo ou para acompanhar pratos de peixe e carnes brancas.
Sicília - Itália

Essa é a Sicília, tão rica e variada no aspecto da cultura quanto no da viticultura — com tantos terroirs e terrenos que se poderia até sugerir que fosse considerada um continente, e não apenas uma mera ilha.
A ponta sudeste fica mais ao sul que a Tunísia.
Faz muito calor na Sicília; suas uvas, especialmente no interior, são aquecidas regularmente até o ponto de ebulição pelos ventos africanos. Metade dos vinhedos sicilianos precisa de irrigação, especialmente no mar de vinhas espaldadas nas cercanias de Alcamo. De fato, o clima é tão seco que as vinhas precisam de pouca pulverização, deixando essa área quase ideal para a viticultura orgânica. A paisagem, no entanto, pode ficar mais verde no interior, e as montanhas a nordeste, em geral, cobrem-se de neve por diversos meses no inverno (o Etna retém sua cobertura de neve grande parte do ano).
A uva nativa que criou a reputação vínica da Sicília no exterior é a Nero d'Avola (Avola fica no extremo sudeste), produzindo tintos ricos, de um frutado vívido, principalmente ao redor de Agrigento, próximo à costa centro sul e também no extremo ocidente. Essa uva popular agora é plantada em toda a ilha.
A área também abriga vários vinhedos com uvas francesas que se deram muito bem ali.
Alibrianza

No início, escolhiam vinhos excepcionais das regiões vinícolas mais importantes da Itália para clientes internacionais. Mas logo desenvolveram o desejo de produzirem o próprio vinho.
Nos anos 90 com a adquiriram a propriedade Cascina Radice em Moasca, na província de Asti, no Piemonte. Nesta região, com os seus solos nutritivos e o clima ideal florescem as videiras que proporcionam excelentes vinhos ano após ano.
A moderna fábrica e a extensão da adega barrique foram passos importantes para o desenvolvimento da empresa.
Vinhedos no sul da Itália e parcerias de longa data com vinicultores da Itália Central e Veneto garantem uma ampla gama de vinhos.
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